Vuelta a España 2017 – Etapa 1

¡Hola!

Logo mais começará mais uma edição da caçula – mas não menos emocionante – das grandes voltas, a Vuelta a España. Partindo de Nîmes, no sul da França, serão as já tradicionais 21 etapas, incluindo a chegada em Madrid. Nesta edição a etapa rainha é a penúltima, uma explosiva etapa de apenas 120 km terminando no temido Angliru, a montanha mais mítica da península ibérica. Mas antes disso, os ciclistas terão um percurso bastante complicado, com muitas montanhas e morros e pouquíssimas etapas para “relaxar”, o que refletiu na ausência de sprinters “pesados”.

A etapa

Para começar já misturando a classificação geral, um curto contra relógio – ou anti horário, para alguns – de 13,8 km na cidade francesa de Nîmes. O percurso mistura ruas e estradas ao redor e no centro da cidade, alternando trechos longos onde os especialistas podem fazer diferença e trechos técnicos onde a coesão da equipe para negociar as curvas vai ser fundamental.

Web

Mapa da etapa 1

O percurso sai da praça próxima a um templo romano no centro, contornando o bairro e depois seguindo para as estradas de fora. Ainda durante o contorno, as equipes literalmente atravessarão um anfiteatro romano, a “Arene de Nîmes”, construída no ano 70 D.C. e convertida nos anos 1800 em arena de touradas. Tanto o acesso como a saída devem ser bastante traiçoeiros, com alguns paralelepípedos e curvas apertadas.

Já no subúrbio, entre os quilômetros 4,9 e 7,3 fica o que a organização chamou de “montanha”, que tem apenas 2,4km de extensão – ok, não é tão curta – mas “sobe” apenas 38 metros. Uma inclinação de míseros 1,6%. Até Kittel é capaz de ganhar um sprint nessa montanha. Provavelmente o patrocinador da camisa de escalador – Loterías y Apuestas del Estado – apostou em alguém para vestir a camisa na primeira etapa.

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Perfil da etapa 1

Mas se por um lado ela não oferece dificuldades em inclinação, ela possui trechos bastante apertados onde será necessário bastante entrosamento dos atletas para evitar acidentes ou problemas no revezamento.

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Trecho na parte final da “subida”

Depois o percurso segue como um tradicional CR por equipes em cidade de tamanho médio da Europa, alternando avenidas largas com trechos mais estreitos, até o final, na avenida lateral do anfiteatro romano.

Favoritos

Entre os participantes, a favorita deve ser a BMC, liderada por Rohan Dennis, que neste ano ainda não perdeu em etapas contra o relógio, vencendo 3 individuais e 2 por equipes, todas no nível World Tour. Uma pena que não pudemos ver no Giro um duelo entre Dumoulin (Sunweb) e Dennis, que fazem parte dessa nova geração de contra relogistas que estão ocupando o espaço antes ocupado por Tony Martin e o aposentado Fabian Cancellara. Além de Dennis a BMC também conta com nomes com Van Garderen, Oss e Roche.

Correndo por fora estão o Império, digo, a Sky, que veio com vários escaladores mas sempre são uma ameaça com nomes como Froome, Puccio, Knees e Moscon. Também é de respeito o esquadrão da Quick Step, com Jungels, Lampaert, De La Cruz, Trentin e Terpstra.

Até um passado recente a Orica-Scott seria um nome a se cogitar para esse tipo de etapa, mas a mudança de foco nas aspirações de classificação geral para os irmãos Yates e o colombiano Chaves pode ter diminuído um pouco as chances da equipe australiana em troca de um melhor suporte nas montanhas. Provavelmente ela pode acabar junto com as outras equipes dos candidados à geral – exceto você, AG2R, e Bardet, que tomarão alguns minutos – naquele limbo perdendo alguns segundos mas sem comprometer demais a geral.

Horário

A largada da primeira equipe está prevista para 17:30 horário local, 12:30 do Brasil, e a última equipe deve largar às 18:54 locais (13:54 no Brasil). O percurso é bastante curto e devemos ter tempos na casa dos 14min altos a 15min baixos para as primeiras colocadas.

Palpites

  • Vencedor: BMC.
  • Camisa vermelha: TEJAY! Dennis deve puxar boa parte do trecho final, então não sei se teria tanto gás ainda para o sprint final.

Links úteis

PS: Cornetas, se faltou citar alguma persona pública do grupo que vai postar coisas da Vuelta, podem puxar minha orelha que eu adiciono aqui.

Simbora!

Vuelta a España – Etapas 8-10

A Vuelta finalmente chega ao seu primeiro dia de descanso. Enquanto o Giro e Tour tiveram 9 etapas na primeira perna, a Vuelta esperou até a 10ª etapa. Após as etapas planas de transição, as três últimas etapas terminaram em montanhas duras para os ciclistas, com grandes mudanças na classificação geral.

Oitava etapa – O dia da convidada

Para a oitava etapa, os ciclistas tiveram um dia plano, mas com a dura Alto de Peñas Blancas no final, com quase 1000 metros de ganho vertical em pouco mais de 12 km. Neste ano a Vuelta conta com 3 equipes da “segunda” divisão, a Pro-Continental, como convidadas: A espanhola Caja Rural, a francesa Cofidis e a alemã NetApp-Endura, que faz sua segunda participação em grandes voltas após o Giro d’Italia de 2012.

Perfil da 8ª etapa.

Leopold Konig (NetApp) atacou próximo ao final e conseguiu a maior vitória de sua carreira e da equipe. Na classificação geral, Ivan Basso (Cannondale), Thibaut Pinot (FDJ), Nicolas Roche (Saxo-Tinkoff) e Dani Moreno (Katusha) conseguiram abrir alguns segundos dos favoritos Alejandro Valverde (Movistar), Vincenzo Nibali (Astana) e Joaquim Rodriguez (Katusha) enquanto perseguiam Konig.  Com isso, a camisa vermelha de líder passou para Roche.

Resultados

Nona etapa – A Flecha Espanhola

Uma das clássicas da primavera é a Flecha Valona, que acontece no sul da Bélgica e tradicionalmente termina no Mur de Huy (Muro de Huy), uma rampa de pouco mais de 1km e 10% de média, com trechos acima de 20%. Na nona etapa os ciclistas tiveram algo parecido, com a chegada em Valdepeñas de Jaén, que apesar de ter participado da Vuelta pela primeira vez em 2010 já se tornou uma queridinha da prova, com aparições em 2011 e 2013.

Perfil da 9ª etapa.

Apesar dos esforços da fuga um reduzido pelotão chegou ao início da montanha, já selecionado após a montanha Alto de los Frailes, próxima à chegada. Logo as fortes inclinações marcaram presença e Dani Moreno, vencedor da Flecha Valona em Abril, lançou um ataque que apenas Valverde e Rodriguez conseguiram responder, ainda assim chegando a alguns segundos de Moreno, que roubou a camisa vemelha de Roche.

Resultados

Décima etapa – O estatuto do idoso

A última etapa antes do descanso foi uma etapa relativamente longa para os padrões da Vuelta, de mais de 180km. Apesar do início sem montanhas categorizadas os últimos 36km contaram com uma montanha de 1ª categoria e uma montanha de categoria especial na chegada. No papel essa montanha não parecia tão dura, mas os últimos 8km em Alto de Hazallanas contam na maior parte com mais de 10% de inclinação e trechos de quase 20%.

Perfil da 10ª etapa.

Ainda durante a zona neutra um grande acidente aconteceu e entre os envolvidos estavam nomes importantes na classificação geral como Warren Barguil (Argos), revelação francesa, que perdeu mais de 20 minutos para os primeiros. 4 ciclistas não completaram a prova e 2 foram desclassificados por serem “rebocados” pelos carros de apoio de forma significativa.

O pequeno grupo que chegou aos pés da última montanha permaneceu unido até o começo de verdade da última subida, faltando pouco menos de 8km para o fim. Aos poucos um seleto grupo se formou com Nibali, Rodriguez, Basso, Valverde, Chris Horner (RadioShack) e Domenico Pozzovivo (Ag2R), com Pinot voltando pouco depois. A 4,6km do fim Horner lança um ataque forte, digno de comparações com o ataque de Froome na 8ª etapa do Tour. Apenas Nibali consegue responder, mas ainda assim muito tarde e o americano conquista sua segunda vitória nesta edição e uma boa vantagem na liderança da classificação geral.

Resultados

Classificações

Geral:

  1. Christopher Horner (USA) RadioShack Leopard    40:29:14
  2. Vincenzo Nibali (Ita) Astana Pro Team    00:00:43
  3. Nicolas Roche (Irl) Team Saxo-Tinkoff    00:00:53
  4. Alejandro Valverde Belmonte (Spa) Movistar Team    00:01:02
  5. Joaquim Rodriguez Oliver (Spa) Katusha    00:01:40
  6. Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha    00:02:04
  7. Ivan Basso (Ita) Cannondale Pro Cycling    00:02:20
  8. Thibaut Pinot (Fra) FDJ    00:03:11
  9. Rafal Majka (Pol) Team Saxo-Tinkoff    00:03:16
  10. Domenico Pozzovivo (Ita) AG2R La Mondiale    00:03:28

Pontos

  1. Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha    97pts
  2. Alejandro Valverde Belmonte (Spa) Movistar Team    81
  3. Nicolas Roche (Irl) Team Saxo-Tinkoff    77
  4. Joaquim Rodriguez Oliver (Spa) Katusha    61
  5. Christopher Horner (USA) RadioShack Leopard    58

Montanhas

  1. Christopher Horner (USA) RadioShack Leopard    18pts
  2. Nicolas Roche (Irl) Team Saxo-Tinkoff    15
  3. Leopold Konig (Cze) Team NetApp-Endura    12
  4. Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha    12
  5. Nicolas Edet (Fra) Cofidis, Solutions Credits    11

Combinação

  1. Christopher Horner (USA) RadioShack Leopard    7
  2. Nicolas Roche (Irl) Team Saxo-Tinkoff    8
  3. Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha    11
  4. Alejandro Valverde Belmonte (Spa) Movistar Team    14
  5. Vincenzo Nibali (Ita) Astana Pro Team    22

Próximas etapas

Na quarta feira os ciclistas enfretam o único contra-relógio individual dessa edição. Serão 38km em Tarazona, já no centro-norte do país, na comunidade autônoma de Aragão. Em seguida serão duas etapas planas antes de mais 3 dias duríssimos nas montanhas, incluindo o ponto mais alto da Vuelta, a Port d’ Envalira, a 2400 metros.

As esperanças espanholas de Valverde e Rodriguez parecem estar sentindo o peso do Tour, sem arriscar ataques mais fortes. Nibali também aparenta estar muito cauteloso, sem arriscar muito. Basso segue quieto, comendo pelas beiradas. Será que o vovô Horner resistirá na liderança? Será que Roche e Moreno sustentam a boa forma das etapas anteriores? Pinot está conseguindo escalar como no Tour de 2012, mas será que sobreviverá às descidas das etapas seguintes?

Vuelta a España – Etapas 4-7

A Vuelta a España continua a todo vapor, com a caravana dando as últimas voltas na Galícia e rumando à Andaluzia para as primeiras etapas de montanhas de verdade. Neste post, um resumo das 4 etapas de transição antes das próximas etapas de montanha.

Do sábado passado (31)  até segunda (2) os ciclistas estão tendo 2 etapas de montanha com uma etapa de montanhas médias entre elas. A cobertura delas estará num post separado ainda nesta segunda.

Quarta etapa – Rumo ao fim do mundo

Depois de bater na trave nas etapas anteriores, Daniel Moreno (Katusha) acertou o sprint e ganhou a etapa, com chegada em um dos pontos mais ocidentais da Espanha, também em subida (3 subidas nas 3 primeiras etapas da Vuelta…). Chris Horner (RadioShack) perdeu alguns segundos e a camisa vermelha voltou para Vincenzo Nibali (Astana).

Resultados

Quinta etapa – Finalmente um sprint

Depois de várias montanhas e morros, uma etapa acabou em um sprint. Michael Matthews (Orica) venceu após um ataque mal sucedido de Philippe Gilbert (BMC), atual campeão mundial e ainda sem vitórias desde quando conquistou esse título.

Resultados

Sexta etapa – Contra-relógio de 170km

Um dos nomes mais importantes da Omega Pharma-QuickStep e bi-campeão mundial de contra-relógio, Tony Martin atacou logo no início da prova e não teve nenhum companheiro de fuga, transformando a etapa num treinamento de luxo para o campeonato mundial. A diferença para o pelotão chegou a quase 8 minutos durante a etapa e caiu para menos de um minuto a 20km para o fim. O alemão sustentou a distância até poucos metros do fim, quando um pelotão liderado pelo rival Fabian Cancellara (RadioShack) o alcançou, dando a vitória a Michael Morkov (Saxo-Tinkoff). Martin ainda conseguiu o 7 lugar na etapa.

Resultados

Sétima etapa – “Fuga” vencendo

Última etapa plana antes das montanhas, a fuga original foi alcançada a poucos quilômetros do fim, quando Gilbert atacou, seguido pelo vencedor da Eneco Tour, Zdenek Stybar (Omega). A dupla aproveitou as rotatórias e curvas da chegada para manter a distância do pelotão. No final, Stybar conseguiu superar Gilbert por uma distância mínima, mantendo a “zica” do belga.

Resultados

Classificações

Geral:

  1. Vincenzo Nibali (Ita) Astana Pro Team    27:29:35
  2. Christopher Horner (USA) RadioShack Leopard    00:00:03
  3. Nicolas Roche (Irl) Team Saxo-Tinkoff    00:00:08
  4. Haimar Zubeldia Agirre (Spa) RadioShack Leopard    00:00:16
  5. Alejandro Valverde Belmonte (Spa) Movistar Team    00:00:21
  6. Robert Kiserlovski (Cro) RadioShack Leopard    00:00:26
  7. Rigoberto Uran Uran (Col) Sky Procycling    00:00:28
  8. Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha    00:00:31
  9. Rafal Majka (Pol) Team Saxo-Tinkoff    00:00:38
  10. Roman Kreuziger (Cze) Team Saxo-Tinkoff    00:00:42

Pontos

  1. Michael Matthews (Aus) Orica-GreenEdge    53pts
  2. Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha    48
  3. Maximiliano Ariel Richeze (Arg) Lampre-Merida    40
  4. Nicolas Roche (Irl) Team Saxo-Tinkoff    38
  5. Gianni Meersman (Bel) Omega Pharma-Quick Step    38

Montanhas

  1. Nicolas Roche (Irl) Team Saxo-Tinkoff    11pts
  2. Nicolas Edet (Fra) Cofidis, Solutions Credits    8
  3. Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha    6
  4. Winner Anacona Gomez (Col) Lampre-Merida    5
  5. Domenico Pozzovivo (Ita) AG2R La Mondiale    4

Combinação

  1. Nicolas Roche (Irl) Team Saxo-Tinkoff    8
  2. Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha    13
  3. Christopher Horner (USA) RadioShack Leopard    19
  4. Alejandro Valverde Belmonte (Spa) Movistar Team    19
  5. Joaquim Rodriguez Oliver (Spa) Katusha    42

Vuelta a España – Etapas 1-3

Primeira etapa – Ataque ítalo-cazaque

No último sábado (25/08) a 68ª edição da Vuelta a España teve início com um contra-relógio por equipes na região da Galícia, no noroeste do país. As equipes partiram de uma batea, que é uma plataforma usada na criação de mariscos/ostras, e enfrentaram um trajeto de 27,4km entre Vilanova de Arousa e Sanxenxo.

A Astana, do favorito Vincenzo Nibali, ficou à frente da RadioShack e Omega Pharma, que contavam com dois dos mais importantes contra-relogistas do mundo, Fabian Cancellara e Tony Martin, respectivamente. Janez Brajkovic, companheiro de Nibali, cruzou a linha de chegada à frente e foi o primeiro a vestir a camisa vermelha de líder no geral. Joaquim Rodriguez (Katusha), outro dos favoritos, perdeu quase um minuto.

Resultados

Segunda etapa – Favoritos pipocando

Diferente do Tour, que normalmente deixa as montanhas para o final da primeira semana em diante, já na segunda etapa da Vuelta os ciclistas tiveram uma chegada em montanha de 1ª categoria, no Alto do Monte da Groba, de 11km a 5,6%.

Nomes importantes como Samuel Sanchez (Euskaltel), Sergio Henao (Sky) e Carlos Betancur (Ag2R) foram alguns dos que ficaram pelo caminho, perdendo minutos importantes devido ao forte ritmo imposto pela Movistar. No caso de Betancur, ele chegou no gruppeto, a quase 10 minutos de Nicolas Roche (Saxo), vencedor do dia. Brajkovic também foi deixado para trás e Nibali vestiu a 2ª camisa de líder no geral.

Resultados

Terceira etapa – O que é que há, velhinho?

Depois da montanha da segunda etapa, mais uma chegada em subida, porém apenas um morro de 4km a cerca de 5-6%.

Próximo ao final os ventos do Atlântico e algumas quedas espalharam o caos no pelotão, com a Movistar ditando o ritmo contra Bauke Mollema (Belkin), que havia ficado num dos grupos atrás, devolvendo o que fizeram com Alejandro Valverde durante o Tour. Eventualmente o pelotão se reuniu novamente e Chris Horner (RadioShack) aproveitou um momento de hesitação entre os líderes para se isolar na frente e conquistar sua primeira vitória em uma grande volta aos 41 anos, além de vestir a 3ª camisa vermelha desta edição. Valverde e Rodriguez completaram o pódio, buscando recuperar o tempo perdido para Nibali.

Resultados

Classificações

Geral:

  1. Christopher Horner (USA) RadioShack Leopard    09:37:40
  2. Vincenzo Nibali (Ita) Astana Pro Team    00:00:03
  3. Nicolas Roche (Irl) Team Saxo-Tinkoff    00:00:11
  4. Haimar Zubeldia Agirre (Spa) RadioShack Leopard    00:00:13
  5. Robert Kiserlovski (Cro) RadioShack Leopard    00:00:23
  6. Alejandro Valverde Belmonte (Spa) Movistar Team    00:00:24
  7. Rigoberto Uran Uran (Col) Sky Procycling    00:00:25
  8. Rafal Majka (Pol) Team Saxo-Tinkoff    00:00:35
  9. Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha    00:00:44
  10. Roman Kreuziger (Cze) Team Saxo-Tinkoff    00:00:45

Pontos

  1. Nicolas Roche (Irl) Team Saxo-Tinkoff    32pts
  2. Alejandro Valverde Belmonte (Spa) Movistar Team    32
  3. Christopher Horner (USA) RadioShack Leopard    28

Montanhas

  1. Nicolas Roche (Irl) Team Saxo-Tinkoff    10pts
  2. Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha    6
  3. Domenico Pozzovivo (Ita) AG2R La Mondiale    4

Combinação (a soma das classificações dos ciclistas no Geral, Pontos e Montanhas. Quanto menor, mais bem colocado.)

  1. Nicolas Roche (Irl) Team Saxo-Tinkoff    5
  2. Christopher Horner (USA) RadioShack Leopard    8
  3. Alejandro Valverde Belmonte (Spa) Movistar Team    14

Vuelta a España 2013

Vai começar a última grande volta de 2013! A partir de amanhã 198 partem de Vilanova de Arousa, no norte da Espanha, rumo a Madri, percorrendo pouco mais de 3.300km em 21 etapas. A edição do ano passado foi uma das mais disputadas, com Alberto Contador (Saxo-Tinkoff) ganhando após voltar de uma suspensão por doping (o caso do bife), à frente de Alejandro Valverde (Movistar) e Joaquim Rodriguez (Katusha).

Trajeto da edição 2013

No percurso deste ano, teremos novamente diversas chegadas em subidas, desde montanhas gigantes como o Alto de L’Angliru (20ª) até rampas curtas como Mirador de Lobeira (3ª). Nos contra-relógio, teremos um por equipes na 1ª etapa, com 27km, o suficiente para já sacodir um pouco a classificação geral, e apenas um individual, com montanhas, na 11ª etapa.

Entre os favoritos, o campeão do Giro, Vincenzo Nibali (Astana), vem com uma equipe fortíssima incluindo Jakob Fuglsang e Janez Brajkovic. O italiano porém também está de olho no campeonato mundial de ciclismo, no final de Setembro. Após um Tour em que teve que fazer uma, digamos, corrida de recuperação, Alejandro Valverde (Movistar) também estará presente, assim como Joaquim Rodriguez (Katusha), que ficou em 3º lugar na prova francesa. A Cannondale aposta suas fichas no experiente Ivan Basso, apesar de ser apenas sua segunda participação na Vuelta.

Além deles, outros dos nomes fortes que participarão: Sergio Henao, Rigoberto Uran (Sky), Roman Kreuziger, Rafal Majka, Nicolas Roche (Saxo-Tinkoff), Laurens Ten Dam, Bauke Mollema (Belkin), Samuel Sanchez, Igor Anton (Euskaltel), Carlos Betancur, Domenico Pozzovivo (Ag2R), Thibaut Pinot (FDJ), Michele Scarponi (Lampre).

No Brasil a prova será transmitida pela ESPN (canais 45 e ocasionalmente 545 quando no HD, na Claro TV).

Outros links sobre a Vuelta

PS: Devido a alguns compromissos pessoais poderei estar offline durante este fim de semana, perdendo as duas primeiras etapas.